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A vida sem dor é possível

Somos intelectualmente complexos e ao mesmo tempo biologicamente frágeis. Nossas dores podem ser emocionais, como: ansiedade, fobias, preocupações, etc. E podem ser dores físicas, como: dores lombares, nos joelhos ou nos ombros, etc e sabemos que a dor em determinados indivíduos, são tão incapacitantes que fazem com que o indivíduo perca o prazer pela vida. Portando, dores físicas e emocionais se entrelaçam.

Só no Brasil, cerca de 60 milhões de pessoas convivem diariamente com dores crônicas e parece tão complicado entender o que muitos profissionais da saúde dizem, palavras que fogem do nosso cotidiano e nos assustam! Como pensar que não é nada grave.

Na maioria dos casos, o que apareceu no seu exame não é mesmo nada grave, encare essa nova experiência como um autoconhecimento, onde você irá aprender sobre o seu corpo, pois ele fala e fala principalmente com você.

A dor é uma experiência negativa, traumática e desagradável, que pode estar associada ao dano real dos tecidos do nosso corpo ou um prejuízo em potencial, portanto uma experiência sensorial, mas trata-se também de como lidamos com sensações perturbadoras, tornando então uma sensação sensorial e emocional. Resumindo, a dor precisa de uma memória, nosso cérebro guarda memórias boas e ruins.

Então você está dizendo que a dor que eu sinto não é real, apenas uma memória?

Não, acredito sim que a sua dor é real, porém ela pode não ser na intensidade e não na duração que você a sente. Por exemplo, uma mulher está de salto e torce o pé, após recuperar essa lesão, toda vez em que ela colocar um sapato de salto o cérebro irá disparar o sistema de alerta em forma de dor, a dor será emitida uma, duas, várias vezes, a ponto de alterar o caminho nervoso, para que o trajeto seja mais curto e ágil, sendo assim, em qualquer estímulo que remeta a lesão ela sentirá dor, até que se torna crônico.

E o que fazer?

Garantir que não haja lesão tecidual e nem inflamação, entender a causa da sua dor, olhando para o indivíduo como um todo e não apenas para o local que demonstra estar com dor, analisar quais as necessidades do indivíduo, treinar o medo, treinando o cérebro e ensinar formas de ouvir o seu corpo, resgatando a autoconfiança e a qualidade de vida.

FERNANDA ALMEIDA – FISIOTERAPEUTA
CREFITO 208224-F

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